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Como fazer marketing jurídico sem culpa?

Entenda como funcionam as buscas na internet e como seu conteúdo pode ser encontrado.

Se você nunca ouviu falar em SEO te desafio agora a ler este artigo, principalmente se você já produz conteúdos jurídicos para a internet ou está pensando em começar. Provavelmente já tem noção de que os cartões de apresentação não são suficientes para o mundo moderno e que a internet é um território onde você precisa estar, certo? Então por que não entender como funciona o que acontece até uma pessoa te encontrar pelo Google?

Vamos lá!

O que é SEO?

Significa search engine optimization, ou seja, otimização para mecanismos de busca, e um “mecanismo de busca” nada mais é do que o Google ou o Bing, por exemplo. São os sites por onde você faz pesquisas na internet. Em SEO utiliza-se diversas técnicas para melhorar a posição do documento nas pesquisas, pois é obviamente muito melhor figurar nos primeiros resultados, na primeira página, já que os acessos às páginas seguintes é infinitamente menor.

As páginas de resultado dos mecanismos de buscas são chamadas de SERP, search engine results page, página de resultados do mecanismo de busca. Dê uma olhada para o resultado que aparece imediatamente quando pesquiso “pensão alimentícia”:

Nesse momento em que pesquisei, o Wikipédia apareceu primeiro em um snippet rico, esse card com um pedaço de texto do próprio Wikipédia. Um snippet, em tradução literal, é um fragmento, e nesse contexto é um fragmento da informação do artigo que se destacou na pesquisa. Vários pontos sobre SEO dependem dos desenvolvedores/programadores, como esse dos snippets, mas existem também diversas práticas necessárias para quem escreve o conteúdo, tanto na qualidade do conteúdo como na sua organização. Além do snippet você pode observar várias caixinhas com perguntas dentro do mesmo universo: “qual é o valor da pensão (…)”. Essa é mais uma forma do Google facilitar a sua busca, lhe dando opções de perguntas similares.

O Google utiliza um algoritmo (sequência lógica de passos para realizar alguma coisa) que é refinado exaustivamente e constantemente. Isso envolve inclusive testes para verificar qual o resultado de pesquisa mais satisfatório. Para isso a gigante de tecnologia utiliza uma métrica interessante chamada CTR, o click through rate: é a taxa de cliques que o documento teve. Aliado a isso, mede o dwell time, que diz respeito ao tempo que uma pessoa passa na página. Mas essas não são as únicas métricas, afinal, se todo mundo já soubesse qual o algoritmo exato era só fazer exatamente o que o algoritmo procura! Os resultados dependem dos testes constantes.

Um ponto importante para compreender é sobre as keywords, palavras e termos-chave do assunto que estamos tratando. Existem termos de busca que podem ser short tail ou long tail; o primeiro se refere aos termos mais genéricos, iniciais, abrangentes, como por exemplo “pensão”. Nesses casos é muito provável que a pessoa ainda não tenha algo específico em mente, ou que simplesmente esteja no início de sua pesquisa. Quando o termo é mais genérico é quase certo que haverá muito mais resultados. Dê uma olhada nessa situação:

pensão alimentícia quando a mãe não trabalha

Quando alguém pesquisa isso na internet significa que já tem uma ideia mais direcionada do seu problema jurídico.

Trabalhar com SEO está cada vez mais importante no cenário de marketing digital, dado o crescente uso de tecnologia e pessoas conectadas à internet procurando por informação. Até porque temos coisas que dificultam outros documentos de aparecerem na frente das pesquisas de forma orgânica, como os anúncios (significa que alguém “comprou” aquele termo para aparecer na frente!) e também o próprio volume imenso de conteúdo.

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Estudo diz que 76% dos profissionais de marketing têm dificuldade em medir performance entre canais

No universo hiperconectado no qual vivemos, o número de pontos de contato com uma marca são muitos. E para conseguir os melhores resultados, o marketing precisa estar nos canais que trazem o maior retorno. Mas como chegar a esse equilíbrio e ao mesmo tempo lidar com as novas barreiras à mensuração, como os “walled gardens”, e a captação de dados?

Um novo estudo global da Kantar mostra que esses são os dois grandes desafios dos profissionais nessa era de marketing em constante movimento: achar o equilíbrio e medir resultados. Segundo o Getting Media Right: Marketing in Motion, 46% desses profissionais não têm o equilíbrio e as sinergias corretas entre as mídias digital e offline, enquanto 76% ainda lutam com a mensuração entre canais.

Como encontrar o equilíbrio?

O dilema de achar o equilíbrio ideal de investimentos vem de uma constante pressão sofrida pelos profissionais de marketing: conseguir vendas de curto prazo ao mesmo tempo que fortalecem suas marcas no longo prazo. Apesar da grande maioria pensar nesses dois desafios, apenas 54% dos profissionais usam métricas para os dois.

Esse equilíbrio parece ainda mais inalcançável quando pensamos em um cenário de campanhas completamente integradas, algo que profissionais do setor ainda não conseguem por em prática. 25% dos profissionais não conseguem integrar suas iniciativas de marketing e 27% dos anunciantes não possuem estratégias integradas nas atividades de mídia e não-mídia.

O estudo traz algumas possibilidades de ação quando o assunto é encontrar equilíbrio:

– Avalie sua estratégia com a ajuda de outros departamentos além do marketing, trazendo uma abordagem mais integrada;

– O trabalho para definir um ROI unificado deve ser constante e não estático;

– Faça a análise e ajustes do seu ROI com uma frequência maior para aperfeiçoar suas ações em tempo real.

Como medir corretamente?

Apesar do crescimento projetado na publicidade online, a medição digital continua sendo um desafio para os profissionais de marketing, principalmente com o que tem se chamado de “walled gardens”, aqueles ecossistemas digitais que podem controlar a mídia, conteúdo e os dados que geram, como Google e Facebook. Eles tornam mais complexo o trabalho de entender o desempenho entre canais, já que eles têm suas próprias ferramentas de análise e não usam métricas universais.

Para mensurar com mais precisão, o Getting Media Right sugere buscar um apoio maior das agências, que, segundo a pesquisa, são aquelas que se sentem mais confortáveis e proficientes na captação e estudo de dados, além da integração das informações online e off-line, gerando insights e planos de ação unificados.

Com essas duas questões centrais para o fomento e estabelecimento de um marketing fluído, equilibrado e mensurável, o que os profissionais devem fazer para se preparar para os próximos anos? “Os profissionais de marketing devem buscar o melhor dos dois mundos: precisam criar uma estrutura para monitorar o impacto nas métricas de marca e performance em vendas”, diz Maura Coracini, diretora de Mídia&Digital da divisão Insights da Kantar Brasil. “Isso significa harmonizar as ferramentas de medição, criar uma plataforma sólida que permita a medição de todo o mix de marketing e gerar insights significativos para melhorar o desempenho em todos os canais”.

Metodologia Getting Media Right

Agora, no sexto ano, o Getting Media Right entrevistou quase 500 profissionais de marketing do mundo inteiro, em nível sênior, abrangendo marcas anunciantes, editores de mídia e agências em todo o mundo, para revelar o estado atual do marketing em um cenário conectado e em rápida evolução.

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Conectividade privada é cada vez mais necessária na economia digital; entenda essa tecnologia

Segundo o GXI, interconectividade terá aumento de 63% ao ano em volume de dados até 2022 na América Latina

Com a digitalização atingindo cada vez mais setores da economia, a conexão privada (ou interconexão) será crucial para acompanhar o ritmo desta transformação. É o que afirma o Global Interconnection Index (GXI), estudo sobre o mercado de interconexão mundial.

A interconexão é a conectividade privada entre duas empresas, sem a necessidade de uma operadora de telecomunicações pública intermediando a conexão. Por meio de data centers, fibra ótica e computação em nuvem, empresas podem trabalhar juntas com menor latência e maior volume de troca de dados.

Segundo números da pesquisa, setores como o de transações financeiras, criação e transmissão de conteúdo digital e serviços de TI serão as áreas mais impactadas no uso de dados até 2022. Na América Latina, o consumo de dados por empresas deverá crescer 63% ao ano.

“Transformação digital é crucial,” diz Eduardo Carvalho, managing director da Equinix no Brasil. “Empresas que seguirem essa transformação a passos lentos com certeza vão ter problemas.” A Equinix é uma empresa de interconexão e autora do GXI.

A conectividade privada traz vantagens em relação à conexão pública. A menor latência permite que empresas trabalhem com pessoas de todo o mundo sem a necessidade de uma proximidade física. Segundo Carvalho, isso permitiria a “mundialização” das empresas pelo trabalho remoto.

Interconexão também permite encurtar a distância de troca pública de dados. Carvalho dá como exemplo a Netflix, que usa a conectividade privada para espalhar o serviço por data centers ao redor do mundo. Isso permite que a velocidade de seu streaming se mantenha constante.

“A distância física ainda é uma barreira,” disse. “Quanto mais próximo, menor a latência.”

Eduardo Carvalho, da Equinix (Foto: Divulgação/Equinix)

Pelo mundo, o GXI prevê aumento de 51% em volume de dados por ano até 2022. Segundo a Equinix, isso equivaleria a mais de 13.300 terabytes de dados por segundo, o suficiente para a população global baixar todos os episódios de Game of Thrones em ultra HD ao mesmo tempo em menos de um dia.

Para a América Latina, espera-se o maior aumento em volume de dados para conteúdo e mídia digital entre todas as regiões. Até 2022, os países latinos devem compor 11% do mercado mundial de interconexão.

Segundo a pesquisa, 86% das empresas latino-americanas consideram a migração digital como uma prioridade e 64% delas já utilizam a interconectividade para reduzir custos e aumentar a velocidade de conexão.

Em outras regiões, setores específicos terão mais destaque. Na América do Norte, setores tradicionais da indústria, como manufatura e energia, terão aumento significativo do uso de dados. A Europa terá o maior aumento em educação e ciências biológicas. Já na Ásia e no Pacífico, os setores de TI e computação em nuvem lideram.

A interconectividade demanda mais de um participante. Para Carvalho, esse é o ponto principal desta tecnologia. “Empresas precisam pensar de cabeça aberta, em um ecossistema de negócios, e formatar parcerias,” disse. “Companhias que eram concorrentes no passado terão que ser parceiras no futuro.”

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Quais os tamanhos de imagens para as redes sociais?

Existem vários elementos que devem ser pensados antes de fazer uma publicação em uma rede social. Um desses elementos é a imagem. A imagem é um recurso que mexe com o psicológico das pessoas e as leva a engajarem mais com a publicação. Por isso, essa escolha tem uma importância fundamental no desempenho da sua postagem.

No Twitter  por exemplo, uma publicação com imagem tem, em média, 40% mais cliques do que uma publicação sem imagem.

Sobre o Facebook, recomendamos que você leia o eBook “Introdução ao Marketing no Facebook”, um material com dicas práticas para sua empresa começar a gerar resultados nessa rede social.

Porém, mais importante do que utilizar qualquer imagem, é utilizar uma imagem apropriada, caso contrário pode ser um tiro no pé. Quem nunca passou por uma publicação com uma imagem de má qualidade? Só esse aspecto já é motivo suficiente para a audiência não interagir com a postagem. Se você não se esforçou para fazer uma publicação impecável, por que os leitores deveriam interagir com o que você está compartilhando?

Para evitar que a escolha da imagem seja um tiro no pé, é importante conhecer como cada rede social trata esse recurso. Algumas aceitam imagens com resoluções maiores, outras nem tanto.

Nosso objetivo com esse infográfico é que ele se torne um guia sempre que você precisar verificar o tamanho que uma imagem deve ter para ser aceita e utilizada com boa qualidade nas redes sociais citadas.

Como não existe um tamanho único para tudo, é importante ter esse guia para saber como redimensionar as imagens exatamente de acordo com a sua finalidade. Por exemplo, o tamanho da imagem de um link do Facebook é diferente do tamanho da imagem da capa de uma fan page.

Por isso, sugerimos que você marque e guarde esse post de alguma forma (adicionando-o aos Favoritos, por exemplo) para ter acesso rápido a ele sempre que precisar.

Se você quer saber dimensões de imagens especificamente do Facebook e Instagram, confira nosso post Tamanhos de imagens para Facebook e Instagram.

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Omnichannel

O nome é complicado, mas o conceito é bem simples: OMNICHANNEL consiste no uso simultâneo e interligado de diferentes canais de comunicação, com o objetivo de estreitar a relação entre online e offline, gerando inúmeros benefícios para o consumidor e para a marca.

O termo significa, em uma tradução livre, a união de todos os canais de comunicação com o cliente: o prefixo “omni”, que em Latim significa “tudo” com a palavra “channel” é uma palavra inglesa que pode ser traduzida para o português como canal passam a ideia de que todos os canais com o cliente devem estar integrados, conectados.

Em um exemplo prático, se uma loja possui diversos canais, como loja física, loja online, blog, site e redes sociais, mas estes canais não estão conectados entre si, temos um Multichannel. Mas, se o consumidor pode utilizar estes canais de forma integrada, conectada, se eles “conversam” entre si, por exemplo, comprando na loja online e retirando na loja física ou utilizando o aplicativo da marca para verificar a disponibilidade do produto na loja física, temos o Omnichannel.

Oferecer vários canais de acesso à marca não basta mais. O Multichannel, hoje, é visto como insuficiente pelo consumidor. Em um mundo multitarefas, interconectado e integrado, é essencial que o conceito de Omnichannel seja incorporado a qualquer venda de produtos ou serviços. O consumidor moderno demanda que a experiência de consumo seja única, integrada, conectada, não apenas por uma questão de comodidade, como também para economizar tempo, um dos bens mais precisos que temos nos dias de hoje.

Integrar lojas físicas com lojas virtuais, com redes sociais, com aplicativos e com muitos outros recursos permite explorar ao máximo todas as possibilidades de interação com o cliente. O Omnichannel coloca o consumidor como centro do universo, principal protagonista e detentor de um poder até então desconhecido. Sim, as pessoas gostam de poder e tendem a procurar marcas que proporcionem isso a elas.

Graças a esta integração, caem as fronteiras do mundo físico para o virtual: o consumidor satisfaz suas necessidades pelo meio que lhe for mais conveniente e no seu tempo. É uma forma de agradar a todos os perfis, a todos os gostos, já que é dado ao próprio consumidor o direito de escolher o meio pelo qual lhe é mais agradável realizar a compra.

Além disso, esta estratégia permite que a empresa conheça melhor o seu cliente: como gosta de comprar, forma pela qual prefere dialogar com a marca e muitas outras informações. Tudo isso pode ser utilizado para melhorar o relacionamento, oferecendo sugestões mais assertivas que agradem cada vez mais o cliente, fidelizando-o.

Hoje, a estratégia Omnichannel ainda é pouco explorada no Brasil, o que a torna uma excelente oportunidade para sua marca: quem mais se destacam são os pioneiros. Ela é um dos mais fortes aliados na fidelização do cliente, que certamente optará pela facilidade e pelo conforto de contratar produtos ou serviços com marcas que ofereçam esta possibilidade.

Integrar todos os canais da empresa pode parecer difícil à primeira vista, mas, para isso, existem os profissionais de publicidade, que podem ajudar a equacionar esta junção. Por se tratar de um conceito relativamente novo, há espaço para muitas novidades, utilização criativa do conceito e criação de diferenciais que distanciam a marca de qualquer concorrente. Sim, Omnichannel é um desafio, mas os resultados são grandiosos.

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APESAR DA CRISE, INVESTIMENTOS EM MÍDIA DIGITAL CRESCEM QUASE 30%

Que os investimentos em mídia digital não param de crescer, todo mundo sabe. A questão é: qual é essa proporção de crescimento? Para esclarecer essa dúvida, o IAB Brasil realizou uma pesquisa com o objetivo de mensurar os investimentos em mídia digital no país em 2016.

No final de 2015, havia uma estimativa desse crescimento para o ano de 2016 de 12% em relação ao ano anterior, aproximadamente cerca de R$10,4 bilhões investidos em mídia digital. Os dados coletados confirmam que, na realidade, essa estimativa ficou bem abaixo dos valores reais.

Em 2016 foram investidos R$11,6 bilhões em mídia digital, isso significa um aumento de 26% com relação ao ano de 2015. No Reino Unido houve uma crise no país neste ano e isso refletiu diretamente nos investimentos em digital. As marcas deixaram de anunciar nas mídias off-line (outdoor, rádio, TV) para concentrar esse investimento em mídia on-line, já que com a mídia digital é possível monitorar melhor as performances dos usuários nas redes.

No Brasil, o investimento de R$11,6 bilhões em mídia digital ficou dividido da seguinte forma: 48,5%, que representa R$5,7 bilhões foram investidos em pesquisa, classificados e comparadores de preço. Display e Social ficaram com R$3,8 bilhões, que representa 32,5% do total. Vídeos fecham a lista com 19% do investimento total, cerca de R$2,2 bilhões.

É possível notar através desses dados que o objetivo das marcas ao anunciar nas mídias digitais ainda é gerar vendas, principalmente nos períodos de crise. A escolha do digital se deve ao fato de que há a possibilidade de acompanhar melhor a performance nas redes, com isso fica muito mais claro para o anunciante entender em qual canal deve direcionar seu investimento para maximizar seus resultados.

A mídia programática também teve uma participação com 16,5% de todo o digital, com investimento de R$1,6 bilhões. Porém esse número ainda é baixo comparado ao seu potencial, visto que essa mídia tem um foco maior em médias e grandes empresas, já que é necessário investir um valor relativamente mais alto em comparação aos outros formatos.

Recentemente a Adidas anunciou que irá focar todo o seu investimento apenas em mídia digital. Isso significa toda a verba de investimento da marca ficará centralizada somente no digital. Esse é um passo importante para analisar como o investimento em mídia digital vem conquistando as marcas e mostrando que, com cobertura e frequência, é possível entregar resultados tão bons ou até melhores que os formatos tradicionais, não sendo atribuída somente para conversão.

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O que é borofeno, material queridinho que pode salvar as nossas baterias?…

É provável que você tenha ouvido falar do grafeno. Se não, aí vai um rápido resumo: trata-se de um material tido como revolucionário. Por conseguir assumir formas inusitadas (como globos e tubos) e ser ótimo em transmitir e armazenar calor e eletricidade, o composto químico foi apresentado como um ponto de virada na forma com que encaramos a produção de materiais. É nele que estão depositadas, por exemplo, as esperanças de um futuro com as baterias de lítio mais poderosas e duradouras. Já pensou em ter um celular que não vai te deixa na mão?

O clamor foi tanto que gente grande entrou na onda. Em 2013 a União Europeia criou a Graphene Flagship, uma iniciativa dedicada exclusivamente a estudar e desenvolver o material. O investimento foi de US$ 1 bilhão (R$ 4,3 bilhões). A mais cara pesquisa científica da história do grupo. O problema é que o gigantesco investimento talvez tenha sido em um material que já não é o top de linha. Cientistas estão cravando que o grafeno ficou para trás. O novo queridinho dos pesquisadores é um primo dele, com nome bem parecido: o borofeno. Borofeno é um novo composto que foi produzido pela primeira vez só em 2015 (para efeitos de comparação, o grafeno já está por aí desde 1924)

Um estudo da Universidade de Xiamen, na China aponta que o borofeno é superior ao grafeno em basicamente todos os quesitos. Ele é mais forte que o outro eno e, ao mesmo tempo, mais flexível. Seu grande trunfo, no entanto, está na possibilidade de customização. O borofeno consegue existir com diferentes estruturas moleculares. Cada uma com propriedades únicas….

Imagine como um carro. O mesmo motor pode estar em um sedan, em um hatch, ou em um esportivo, dependendo das necessidades do seu dono. O borofeno faz a mesma coisa. O que é mais importante para você? Armazenar calor? Faça estrutura X! Seu foco é a transmissão de energia? Átomos alinhados de forma Y te darão um resultado melhor….

Essa é a versão simplificada da história, claro, quem quiser os detalhes técnicos do elemento pode encontrá-los no estudo chinês…

Além disso, o borofeno é extremamente leve e reativo – o que na prática é traduzido como uma alternativa ainda melhor que o grafeno, para a criação da nova geração de baterias…

De qualquer forma, ainda não dá para dizer que ele será a resposta para todos nossos problemas. O borofeno tem ainda algumas questões importantes para solucionar: o primeiro é sua acessibilidade. O material é caro e difícil de ser produzido, fazê-lo em grande escala ainda é algo impensável para hoje. Outro problema é que ele possui uma alta taxa de oxidação, ou seja, some se ficar desprotegido – o que torna o processo de manuseamento de borofeno ainda mais complexo e caro…

 

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As pessoas que ganham para ‘policiar’ canais de mídia social para empresas

 

Diariamente, o Facebook recebe o upload de mais de 350 milhões de fotos. Acrescente a isso outros milhões de vídeos, gifs e textos. Com cada uma dessas postagens, há uma chance de vir junto conteúdo impróprio ou difamador.

Agora pense em todos os sites da internet, além do Facebook, e verá que o número de oportunidades para que esse tipo de conteúdo aflore é atordoante.

É aí que atuam as equipes de defesa de risco das mídias sociais. O trabalho, que antes era feito por moderadores, em sua maioria voluntários, agora foi tomado por profissionais que observam a internet 24 horas por dia, sete dias por semana, 365 dias por ano.

Da fusão das áreas de gestão de crises, segurança da internet e social listening(interação com outros internautas), nasceu toda uma nova indústria: com o crescimento da internet e, especificamente, do conteúdo gerado por usuários e da presença de empresas nas redes sociais, a área da “defesa social” também está decolando.

Estima-se que pelo menos de 250 mil a 350 mil pessoas trabalhem com monitoramento de mídias sociais em todo o mundo, além de quase 1 milhão atuando em segurança e privacidade online, de acordo com Hemanshu Nigam, ex-diretor de segurança do MySpace e dono da consultoria americana SSP Blue.

Quem são eles?

Direito de imagemCRISP THINKING
Image captionBritânica Crisp Thinking atende 200 clientes em todo o mundo, vasculhando bilhões de postagens por mês

“Trata-se da evolução natural do moderador online, que tradicionalmente retirava ‘os comentários ruins’ e atuava como uma espécie de anfitrião e editor de uma comunidade”, explica Emma Monks, diretora de moderação, confiança e segurança na Crisp Thinking, uma empresa britânica de defesa de risco social.

O que antes era, segundo ela, uma espécie de hobby voluntário, hoje é um trabalho em que os profissionais têm de responder às descobertas de complexos algoritmos de computador que foram projetados para filtrar o “conteúdo ruim”.

Na Crisp, os chamados analistas de risco social passam o pente fino nos sites e nos canais de mídias sociais de seus clientes – empresas grandes e conhecidas mundialmente, como a própria BBC – em busca de conteúdo danoso ou inapropriado.

“Partimos da premissa de que marcas e consumidores deveriam ter uma experiência online livre de preocupações”, afirma Adam Hildreth, CEO da Crisp. “Assim como na vida real temos a polícia para garantir que nos sintamos seguros, o mesmo tem que acontecer online.”

De bombas a casacos de pele

Com apenas 31 anos, Hildreth é considerado um veterano nesse setor. Aos 14, ele criou uma rede social para adolescentes chamada Dubit Limited, que se tornou o site adolescente mais visitado da Grã-Bretanha.

Mas, junto com o sucesso da página, havia uma grande preocupação com “aliciadores”, adultos pedófilos que vasculham a internet em busca de vítimas, além de outras possíveis ameaças.

Em 2009, Hildreth fundou a Crisp, “incentivado pela crescente ameaça cercando crianças, consumidores e marcas online, através de redes sociais e aplicativos de trocas de mensagens”.

A empresa cresceu substancialmente desde então, e monitora a presença de empresas nas redes sociais – acompanhando desde uma ameaça de bomba na página de uma companhia aérea no Facebook a ativistas pelos direitos dos animais trollando o site de uma grife de roupas.

Segundo Hildreth, a Crisp conta com cerca de 200 clientes em todo o mundo, e seus 200 analistas de defesa de risco vasculham “bilhões” de postagens a cada mês.

“Nossa função é ser os olhos e ouvidos dessas empresas 24 horas por dia”, afirma o empresário. “Quando há um risco, ou removemos o conteúdo nós mesmos ou acordamos a pessoa responsável por isso.”

Às vezes, isso significa pegar o telefone e dizer: “Tal celebridade acabou de desembarcar de um avião de vocês e reclamou do serviço da empresa”. Ou “este famoso tirou uma foto do seu produto e compartilhou com 8 milhões de seguidores falando que nunca viu algo tão ruim.”

Reputação e segurança

Essas novas empresas treinam seus analistas a identificar os tipos de riscos online, tanto em termos de reputação do cliente quanto a outros que envolvem a segurança da população.

Os analistas também são responsáveis por alertar os clientes sobre possíveis riscos e tomar decisões para remover o conteúdo difamatório ou negativo.

Curiosamente, esses profissionais não precisam ter experiência nessa área, segundo Monks. “A principal habilidade que eu procuro identificar em um candidato é a capacidade de assimilar as definições para vários tipos de risco e aplicá-las no conteúdo das mídias sociais de maneira consistente”, afirma a especialista.

Outro aspecto importante nesse tipo de profissional é a objetividade e a isenção. “Há momentos em que um analista revisa conteúdo sobre o qual ele tem uma opinião firme, mas isso não pode interferir nas decisões que ele toma”, diz Monks.

E como parte do conteúdo pode ser bastante incômoda – como execuções ou pornografia infantil – é fundamental que o profissional tenha bastante resiliência.

“Para muitas empresas, ter uma defesa de risco social não é mais uma questão de escolha. Por isso, o setor está crescendo”, diz Nigam. “É praticamente impossível ter uma presença online sem essa camada de proteção. As pessoas esperam isso e suas experiências sofrem o impacto disso.”

Por:

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O Que Significa Engajamento?

Descubra o que significa engajamento

Possivelmente, nos seus anos de mercado de trabalho, você já ouviu sobre a importância de ter uma equipe “engajada”, certo? Mas será que saberia dizer o que significa engajamento? Neste caso, o sentido é que as pessoas devem ser empenhadas, proativas, comprometidas. Porém, existem também outras interpretações para a palavra engajamento.

Com o surgimento das redes sociais, esse conceito passou a se tornar mais presente no vocabulário do dia a dia das pessoas, mesmo aquelas que não trabalham nessa área. Por isso, eu te pergunto: nesse contexto, você sabe o que significa engajamento?

Caso a resposta seja negativa, não se preocupe, vivemos para aprender. Se você me permitir, a seguir vou te ensinar o significado e a importância de conquistar o engajamento do seu público-alvo. Já adianto que isso pode contribuir de forma esmagadora para a imagem do seu negócio! Então anote as dicas e já comece a aplicá-las.

O que significa engajamento nas redes sociais?

O que significa engajamento nas redes sociais?

 

Se você quer que sua empresa cresça e alcance cada vez mais sucesso, precisa conquistar e estimular o engajamento nas redes sociais. E, caso sua marca ainda não esteja nelas, saiba que hoje não existe mais a opção de não ter presença online! O marketing digital é uma forma eficaz e mais acessível de divulgar o seu produto ou serviço, então aposte nele.

Voltando ao tema, você pode estar se perguntando “Mas, Erico, o que significa engajamento nas redes sociais?”. De forma simplificada, posso dizer que são os comentários, curtidas, compartilhamentos, dentre outras métricas que servem para avaliar o envolvimento dos seguidores com a sua empresa.

Isso, meu caro, significa ouro. Por quê? Simples, porque a interação, o envolvimento dos seguidores com a marca e os conteúdos publicados, demonstra sucesso. O engajamento é como um feedback que mostra que você está conseguindo alcançar quem realmente se interessa pela sua empresa. Além disso, é uma forma espontânea e gratuita de levar seus posts a ainda mais pessoas.

Importância do engajamento nas redes sociais

O que significa engajamento nas redes sociais?

Agora que já sabe o que significa engajamento nas redes sociais, já percebeu que é necessário dar a devida importância a ela.

Afinal, com ela você terá mais interação com quem adquire ou está interessado em adquirir seus produtos e serviços, estabelecerá um canal de pronto atendimento e criará uma relação mais próxima com essas pessoas, gerando a possibilidade de pedir opiniões e, quem sabe, até realizar pesquisas importantes para tomadas de decisões.

Enfim, a principal vantagem de conseguir engajar seu público nas redes sociais é conseguir estabelecer um bom relacionamento com seus clientes, o que pode gerar até mesmo mais vendas.

Além disso, considere também que, quanto mais interação e engajamento você conquista, mais e mais você pode trabalhar a imagem da sua empresa. Por isso, dentre outros motivos, sempre indico a criação de uma boa identidade visual.

Por Erico Rocha

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Instagram: a batalha contra os seguidores falsos

Estamos vivendo em um mundo onde a automação está avançando. Desde carros autônomos a assistentes virtuais como Alexa e Siri, é inegável a importância e o crescimento desta área em vários lugares.

No entanto, se por um lado essa automação pode ajudar, por outro pode criar números falsos, inflados e dar influência para quem não é tão influente assim.

É essa briga que o Instagram começou a travar esta semana: A briga contra a falta de autenticidade na rede social.

Em um post no blog do Instagram, a rede social levantou a bandeira contra a automação de interações dentro da plataforma. Segundo o post, o objetivo é (procurar) acabar com “aplicativos de terceiros que artificialmente aumentam suas audiências”.

O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

Eu não sei se você sabe, mas existem vários aplicativos, sejam gratuitos ou pagos, que prometem “bombar seu número de seguidores”. Em linhas gerais, esses aplicativos automatizam comentários, curtidas, seguir pessoas que postam determinada hashtag.

Tudo isso de forma automática, com a promessa de aumentar sua audiência e sua relevância dentro do Instagram. Há muitas pessoas que usam esses Apps. Algumas para inflar sua base de seguidores, outras para poder comentar em centenas de posts sobre determinado assunto.

O QUE ISSO SIGNIFICA NA PRÁTICA?

Na prática, essas interações não são reais. São realizadas por um robô que segue as ordens. Segundo o Instagram, “este tipo de comportamento é ruim para a comunidade, e aplicativos de terceiros que geram curtidas, seguidores e comentários inautênticos, violam nossas Políticas de Comunidade e Termos de Uso”.

Um estudo realizado pela empresa Ghost Data, aponta que 95 milhões de perfis no Instagram são robôs. Isso representa 9,5% do total de usuários. Claro, esse não é um problema exclusivo do Instagram, essa mesma “infestação” acontece no Twitter e Facebook. Sinal claro de que coisa está saindo do controle.

1. O Instagram desenvolveu ferramentas baseadas em Machine Learning. Isso não é minha praia, mas de forma simples, seriam ferramentas baseadas na ideia de que sistemas podem aprender com dados, identificar padrões e tomar decisões com o mínimo de intervenção humana.

Segundo o Instagram, “desenvolvemos ferramentas de Machine Learning para ajudar a identificar contas que usam esses serviços e remover a atividade inautêntica”.

2. Contas que o Instagram identificar que estão usando esses robôs para inflar os números, receberão um alerta no App, avisando que os comentários, likes, seguidores dados de forma falsa por esta conta, serão removidos.

Segundo o post no blog do Instagram, “Iniciando hoje, vamos começar a remover likes, seguidores e comentários de contas que usam aplicativos de terceiros para aumentar sua popularidade”.

3. Essas contas identificadas, também serão notificadas para que mudem suas senhas. Desta forma, os aplicativos contratados ou usados para fazer essas automações, não terão mais “controle” sobre essa conta do Instagram…

Onde está o REAL problema

Acho que até aqui você entendeu onde está o problema: contas falsas, gerando engajamento falso, minando o princípio básico do Instagram que é formar uma comunidade e interações reais.

PORÉM…

Para mim o buraco é mais embaixo. Vou explicar.

Sim, engajamento falso é um problema, mas tem um problema dentro do problema.

Para esses Apps de engajamento forjado funcionarem, eles precisam dos dados de login e senha das contas do Instagram. Esse é o primeiro ponto. Segundo o Instagram, “Isso não apenas introduz um comportamento ruim no Instagram, como também torna essas contas MENOS SEGURAS”.

Bem, se você tem uma memória relativamente boa, deve se lembrar do nome Cambridge Analytica. O que aconteceu: milhares de pessoas fizeram testes aparentemente bobinhos no Facebook. Para fazer esses testes, elas tinham que liberar alguns dados pessoais para o dono do teste…

…O resultado você sabe no que deu.

Agora, imagine o risco de você liberar seu Login e Senha para o dono de um App que, especialmente os gratuitos, você não faz ideia de quem está por trás dele. Imagine a rede de interações falsas que essas empresas podem criar e vender para manipular pessoas no mundo inteiro.

Como já vimos acontecer.

Apesar do tom de Teoria da Conspiração, eu nem consigo imaginar o que seria possível fazer com o login e senha de milhões de pessoas no Instagram. Além disso, espero que essa ação do Instagram seja um alerta importante que o mercado amadureça em dois sentidos:

1. Curtidas não pagam conta;

2. Não dá para liberar para qualquer dado em troca de uma porção de seguidores e comentários no seu Instagram.

Precisamos passar essa fase da carência e começar a trabalhar de verdade para que nossos seguidores realmente nos sigam, engajem porque nosso conteúdo é bom. Precisamos passar da fase de idolatrar alguém pelo número de seguidores que ele têm. Precisamos passar dessa fase e o Instagram está fazendo a parte dele.

Você está fazendo a sua?

Como diz Mario Quintana..

“O segredo não é correr atrás das borboletas…É cuidar do jardim para que elas venham até você”.

Por Camila Porto